Petição
Salvar ciclovia
almirante reis

LER TEXTO DA PETIÇÃO AVENIDA ALMIRANTE REIS

Texto escrito e partilhado com mais de 50 organizações pela associação local Caracol Pop.


À Assembleia Municipal de Lisboa

(com conhecimento da Câmara Municipal de Lisboa)


A Almirante Reis tornou-se o epicentro de uma discussão sobre o futuro de Lisboa a propósito da ciclovia que a atravessa e que constitui uma infraestrutura fundamental para a segurança e integridade física de quem circula em bicicleta, trotinete, patins, skate ou até em cadeiras de rodas. A promoção e segurança de meios alternativos de mobilidade é, por sua vez, um passo importante para o combate às alterações climáticas.


Porém, os pontos a merecer discussão em Almirante Reis são múltiplos: a mobilidade, por certo; mas também a acessibilidade pedonal, já que importa ter presente que a maioria das pessoas que utiliza Almirante Reis são peões, incluindo pessoas mais velhas e crianças, mais vulneráveis e com menos voz no debate público, ou utilizadores de cadeiras de rodas, que enfrentam imensos desafios no seu quotidiano num espaço que prioriza o automóvel; o

transporte público; a qualidade e manutenção do espaço público; a falta de espaços verdes; o excesso de ruído e a qualidade do ar; a escassez de equipamentos coletivos, nomeadamente culturais e desportivos; os edifícios degradados e a habitação; a acessibilidade às colinas circundantes. E, de novo, o papel da cidade no combate às alterações climáticas e a mitigação deste fenómeno.


Assim, apelamos à manutenção da ciclovia de Almirante Reis enquanto não existir uma ampla participação pública que chegue a uma alternativa que ofereça uma rua segura para toda a gente e atraente e confortável para os modos ativos. Apelamos por isso ao lançamento de um processo participado que permita discutir o futuro de um dos eixos mais importantes da cidade e aumentar a qualidade de vida de quem nele vive, estuda ou trabalha.

3000 assinaturas

Mais de 3000 assinaturas são todos vocês que assinaram a petição
50 organizações

Associações locais, ativistas em nome individual, cafés, bares, restaurantes, lojas de bicicletas...
7
semanas

A primeira assinatura foi recolhida na manifestação do 19 do outubro. No dia 2 de Dezembro a petição foi entregue à Assembleia Municipal de Lisboa.
Outubro 2021
Carta aberta a Carlos Moedas
para salvar a ciclovia Almirante Reis

LER TEXTO DA CARTA ABERTA

Exmo. Sr. Presidente eleito da Câmara Municipal de Lisboa,
Caro Carlos Moedas,

A ciclovia entrou subitamente no eixo da Almirante Reis no Verão de 2020 sem ter existido uma discussão técnica fundamentada nem nunca se ter envolvido a população nas tomadas de decisão.

Retirar a ciclovia do mesmo modo, sem fundamentação técnica nem envolvimento cidadão, seria repetir o erro.

Porque não faz sentido tomar essa medida antes da avaliação da rede de ciclovias pelo LNEC, como se comprometeu, ou por uma outra entidade independente. Seria amputar a própria avaliação.

Porque não é prudente fazê-lo antes de criar uma alternativa que garanta a segurança e integridade físicas. Compete à Câmara Municipal desenhar a cidade e criar infraestruturas também pensadas para mulheres e crianças e de modo a proteger utilizadores mais vulneráveis, que para além das pessoas que se deslocam a pé são quem circula em bicicleta, trotinete, patins, skate ou até em cadeiras de rodas.

Porque voltar ao modelo anterior é regressar a uma imagem que seguramente não partilha, a de uma cidade que privilegia o automóvel e não as pessoas. Muitos de nós também utilizamos carros. Mas Almirante Reis não poderá voltar a ser uma via rápida de atravessamento de bairros residenciais. Isso não é o futuro.

Porque, acima de tudo, o fenómeno das alterações climáticas constitui um problema impossível de ignorar. As cidades são responsáveis por 60% das emissões de gases de efeito de estufa[1] e a mobilidade e os transportes representam uma grande fatia deste total, pelo que é inescapável uma sólida estratégia para a capital do país. Cabe agora ao executivo que lidera a implementação no território sobre o qual tem mandato dos objetivos de redução de emissões de gases de efeito de estufa com que a União Europeia[2], Portugal[3] e Lisboa[4] se comprometeram. Sabemos que partilha esta preocupação: o seu programa eleitoral propõe “Criar e monitorizar o descritivo da adaptação às alterações climáticas em todas as políticas, projetos, e obras de Lisboa”.

Representamos pessoas que vivem, estudam ou trabalham em Lisboa e no vale de Almirante Reis. Somos ONGs, associações, movimentos e coletivos comprometidos com a cidadania, a democracia e o futuro, nomeadamente com a transição para um planeta mais sustentável.

Escrevemos-lhe porque importa agora não apenas alterar os termos da discussão, desmontando a polaridade automóveis/bicicletas, como transformá-la na oportunidade de ouro para repensar e discutir este território.

Subscrevemos a abertura de um processo participativo que permita uma reflexão sistémica sobre Almirante Reis, um dos eixos mais importantes de Lisboa, porque os pontos a merecer discussão são múltiplos: a mobilidade, por certo, mas também a qualidade e manutenção do espaço público, a falta de espaços verdes, o excesso de ruído e a qualidade do ar, a escassez de equipamentos coletivos, nomeadamente culturais e desportivos, os edifícios degradados, a acessibilidade às colinas circundantes ou a acessibilidade pedonal. E o papel da cidade no combate às alterações climáticas.

A metodologia dos processos de tomada de decisão é determinante no sucesso das políticas públicas. Por isso, não é aceitável que se cometam os mesmos erros do passado: não faz sentido discutir depois da decisão ter já sido tomada e implementada.

Está nas mãos da população contribuir para esse processo de participação e de exercício da cidadania. Está nas suas mãos abraçá-lo, em prol da democracia e da cidade.
Subscritores:

  1. Caracol POP – Associação
  2. ACA-M – Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados
  3. ANP|WWF – Associação Natureza Portugal, em associação com a WWF
  4. APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil
  5. Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Sampaio Garrido
  6. Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Maria Barroso
  7. Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica e Secundária Passos Manuel
  8. Associação Desportiva e Recreativa “O Relâmpago” (secção Ciclismo)
  9. Associação do Património e População de Alfama
  10. Associação Renovar a Mouraria
  11. Bicicultura
  12. BOTA – Base Organizada da Toca das Artes
  13. Casa Independente
  14. Centro de Vida Independente
  15. CICLODA – Associação Oficina da Ciclomobilidade
  16. Ciclovia Almirante Reis
  17. Climáximo
  18. Colectivo Warehouse
  19. Estrada Viva – Liga de Associações pela Cidadania Rodoviária, Mobilidade Segura e Sustentável
  20. Frame Colectivo
  21. GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente
  22. GRAAL
  23. Greve Climática Estudantil –Tejo
  24. Grupo Gente Nova
  25. Hangar – Centro de Investigação Artística
  26. Invisible City
  27. LARGO Residências (SOU LARGO, crl)
  28. Locals Approach
  29. MOVEA – Movimento Português de Educação Artística e Educação pela Arte
  30. Movimento Jardim Martim Moniz
  31. MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta
  32. Mulheres na Arquitectura
  33. PENHA SCO Arte Cooperativa
  34. Post Coop – Cooperativa de Ação e Intervenção Cultural
  35. Rizoma Cooperativa Integral
  36. Quercus
  37. Rádio Antecâmara
  38. Roundabout.LX
  39. Sirigaita – Centro Cultural
  40. Trabalhar com os 99%
  41. Valsa
  42. Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável
  43. Zona Franca nos Anjos
[1] https://www.un.org/en/climatechange/climate-solutions/cities-pollution
[2] A Comissão Juncker, que integrou entre 2014 e 2019, foi um dos principais atores no Acordo de Paris assinado em 2015, vinculando a Europa a objetivos específicos para a redução das emissões de gases de efeito de estufa. A nova Lei Europeia do Clima, aprovada no Parlamento Europeu em 2021, estabelece o objetivo de reduzir as emissões em pelo menos 55% em 2030 face aos níveis de 1990.
[3] Para alcançar a neutralidade carbónica, Portugal comprometeu-se com uma redução de emissões entre 45 % e 55 % até 2030, e entre 65 % e 75 % até 2040, em relação aos valores de 2005, segundo a Resolução do Conselho de Ministros n.º 53/2020.

[4] Lisboa assumiu compromissos internacionais no âmbito do Novo Pacto dos Autarcas para o Clima e Energia e também da Rede de Liderança Climática C40 Cities, entre os quais uma redução de 60% nas emissões de CO2 até 2030 (face a 2002). Mais de metade desta redução, 55%, é suposto ter origem nos transportes.

Fotografias — Miguel Barroso e Catarina Lopes

19 Outubro 2021
1000 Lisboetas na manifestação
Num pequeno teatro improvisado, Ksenia apresentou uma Lisboa sem poluição e que “recuperou o cheiro do mar”, com árvores e jardins por todos os cantos, com espaço para caminhar e andar de bicicleta, com crianças a brincar nas ruas dos bairros sem filas de carros, com avenidas onde o ruído dos carros foi trocado pelo burburinho das conversas. Por seu lado, Rita detalhou uma opção, B, a da “Lisboa que conhecemos”, sem passeios dignos, sem espaço para brincar, com velocidades que tornam as ruas perigosas, uma Lisboa que perdeu ciclovias e onde as ambulâncias ficam presas entre carros parados.

Ler artigo completo
Lisboa Para Pessoas
19 Outubro - 2 Dezembro 2021
A recolha das assinaturas
As assinaturas foram recolhidas presencialmente, nos locais de Lisboa que podes ver neste mapa.
26 Novembro 2021
A nossa mensagem para a
Câmara Municipal de Lisboa
2 de dezembro
A entrega
Comunicado imprensa

PETIÇÃO COM 2 600 ASSINATURAS EM PAPEL

POR UM PROCESSO PARTICIPADO SOBRE A CICLOVIA E O FUTURO DA ALMIRANTE REIS


  • Recolhidas 2 600 assinaturas em papel, durante um mês, a maior petição desde o início da pandemia, demonstrando o apoio da população local.
  • Propõe-se manter a atual ciclovia enquanto não existir uma ampla participação pública e técnica, num processo transparente, que chegue a uma alternativa que ofereça uma rua segura para toda a gente.
  • Apela-se ao lançamento de um processo participado para discutir o futuro de Almirante Reis enquanto via estruturante de ligação entre a zona ribeirinha e a zona central de Lisboa e aumentar a qualidade de vida de quem aqui vive, estuda ou trabalha.
  • Promover a participação da população na cocriação das políticas públicas da cidade é um pilar do programa do novo executivo, sendo esta a oportunidade ideal para cumprir esta promessa eleitoral num dos eixos mais importantes de Lisboa.

Lisboa, 30 de Novembro de 2021

No dia 2 de Dezembro vamos entregar à Assembleia Municipal de Lisboa uma petição com 2 600 assinaturas recolhidas em papel apelando a uma discussão sobre o futuro de Almirante Reis a propósito da ciclovia que percorre esta avenida.

As assinaturas foram recolhidas durante o último mês nas ruas e em dezenas de lojas da zona de Almirante Reis, o que indica um forte apoio da população, mesmo em período de pandemia.

A ciclovia constitui uma infraestrutura fundamental para a segurança e integridade física de quem circula em bicicleta, trotinete, patins ou skate e ela própria contribui para o aumento de utilizadores. Os dados públicos mais recentes indicam que em maio de 2021 o volume médio de utilizadores por hora triplicou face a maio de 2020, antes da implementação da ciclovia, e que a tendência é para este número vir a aumentar.

Sabe-se também que a promoção e segurança de meios alternativos de mobilidade é, por sua vez, um passo importante para o combate às alterações climáticas, pelo que é fundamental manter e incentivar esta estratégia.

Porém, os pontos a merecer discussão em Almirante Reis são múltiplos.
Importa ter presente que a maioria das pessoas que circula na cidade são peões, incluindo pessoas mais velhas e crianças, mais vulneráveis e com menos voz no debate público. Também a utilização da ciclovia por pessoas em cadeiras de rodas, que enfrentam imensos desafios no seu quotidiano num espaço que prioriza o automóvel, sinaliza a necessidade de melhorar toda a estrutura de acessibilidade pedonal. É necessário que os peões tenham segurança na via da cidade de Lisboa em que mais atropelamentos aconteceram entre 2000 e 2016.

Outros temas que precisam ser abordados são a melhoria do transporte público; a qualidade e manutenção do espaço público; a falta de espaços verdes; o excesso de ruído e a qualidade do ar; a escassez de equipamentos coletivos, nomeadamente culturais e desportivos; os edifícios degradados e a habitação; a acessibilidade às colinas circundantes.

O programa eleitoral do novo executivo camarário coloca especial ênfase na participação da população na cocriação das políticas públicas da cidade, garantindo que a sua voz é ouvida de forma consequente nos processos mais relevantes.

Assim, apelamos à manutenção da ciclovia de Almirante Reis enquanto não existir uma ampla participação pública que chegue a uma alternativa que ofereça uma rua segura para toda a gente e atraente e confortável para os modos ativos. Apelamos por isso ao lançamento de um processo participado que permita discutir o futuro de um dos eixos mais importantes da cidade e aumentar a qualidade de vida de quem nele vive, estuda ou trabalha.
ENGLISH: Save Almirante Reis Bike Lane
2 600 Lisbonners have signed a petition demanding they are involved in deciding the future of the Almirante Reis bike lane, a fundamental transportation link connecting the riverfront with uptown neighbourhoods. December 2nd is the date we have chosen to submit the petition to the Municipal Assembly of Lisbon.

The 2 600 signatures were collected by hand, with pen and paper, which reflects the local perception of authenticity. Numerous local organisations and independent volunteers, united for the cause under an informal association called Possible Lisbon (Lisboa Possível in Portuguese), spent hours on the streets and in local establishments asking those who live, study or work to support the cause.

The key ask is to keep the existing pop-up bike lane operating until a safe alternative is put into place to serve all Lisbonners. This, in turn, can only happen after having a vast and transparent consultation with both the public and technical experts.

The Almirante Reis bike lane, where Lisbon has seen most of its accidents over the last decade, is part of a larger structural challenge the city is facing. Most Lisbonners move by walking, yet the urban space currently gives clear preference to cars. This petition reflects the urge for better pedestrian access and safety for the most vulnerable – the elderly, the kids and those with disabilities.

The petition, quite poignantly, comes in the context of a need for better public transport, larger, better kept and greener public spaces, less noise, cleaner air, more cultural and sport centres, maintaining decaying buildings, resolving housing and creating access to other parts of this hilly city.

The petitioners demand that there should be a participative process to decide upon the future of the bike lane. This goes in line with the key promise of the new city mayor, Carlos Moedas, elected in September 2021, who committed himself to promote grass root participation in public policies. Given that the Almirante Reis bike lane is one of the major city axes, the petitioners are hopeful that the executive sees this as an excellent opportunity to deliver on his electoral promise.
Na foto, feita no dia da entrega frente à AML, de esquerda a direita:

Estátua em bronze — Ciclista Anónimo de Lisboa

Lisboa Possível — Ksenia Ashrafullina

MUBi — Herculano Rebordão

Caracol Pop — Miguel Correia Pinto

Cidadão — Pedro Monteiro

Obrigada especial a Amy e JJ Leiria que assistiram a entrega.

3 de dezembro
A comissão de Mobilidade, Transportes e Segurança da Assembleia Municipal recebem a petição
22 de dezembro
Audição pública na Câmara Municipal de Lisboa: o nosso discurso "A Lisboa na época de Carlos Moedas"
Não vai acabar nenhuma ciclovia em nenhuma localidade da cidade.


– Ângelo Pereira, vareador da mobilidade

As respostas do Presidente da Câmara Carlos Moedas (PSD)
vereador da mobilidade Ângelo Pereira (PSD),
vereadora Beatriz Gomes Dias (BE),
vereador Rui Tavares (Livre)
vereador Rui Franco (Cidadãos Por Lisboa)
vereador João Paulo Saraiva (PS)
vereadora Ana Jara (PCP)
18 de Janeiro
Audição na
Assembleia Municipal de Lisboa
A nossa posição não teve surpresas: não destruir antes de discutir como ter a melhor ciclovia de sempre. Próximo passo: ampla audição pública organizada pela Assembleia Municipal de Lisboa.
4 de Fevereiro
Encontro com o Vereador da Mobilidade Ângelo Pereira
Discutimos o futuro da ciclovia Almirante Reis e da mobilidade em Lisboa (ler o nosso artigo com todos os detalhes sobre o encontro).

  1. O Ângelo confirmou que se mantém fiel às palavras da audição pública onde prometeu não destruir nenhuma ciclovia
  2. Os serviços (aka técnicos internos) da Câmara estão a estudar a ciclovia
  3. Vão recolher o parecer das juntas de freguesias
  4. Vai haver uma consulta pública
  5. Pediram o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para recolher dados sobre a ciclovia
  6. No mapa que vimos não aparece nenhuma ciclovia, ficamos confusos
  7. O Ângelo gosta de Pontevedra, não tem carta de condução, o motorista o leva de carro elétrico e os filhos andam de bicicleta nos tempos de lazer. Em Algés, de onde vem, gosta de fazer compras a pé e acredita que quem faz assim traga mais negócio aos comerciantes.
  8. 30km/h nas zonas urbanas? Logo se vê.
  9. Metas de quilómetros de ciclovias não é a abordagem do novo vereador, quer melhorar a qualidade.
  10. Zonas sem carros é um assunto polarizante e é preciso ter cuidado.
  11. É preciso reduzir as emissões.
  12. Próximo encontro com Lisboa Possível - dia 25 de Março.
  13. Procura-se uma data para uma pedalada conjunta pela ciclovia Almirante Reis.
28 de Fevereiro
Audição pública na Junta de Freguesia de Arroios
Nuno e Ksenia passaram quatro horas na Junta de Freguesia de Arroios na audição pública com a presidente da mesma - Madalena Natividade, e João Castro, que passou os últimos 33 anos na CML como arquiteto. Temos saldo positivo: a maioria absoluta das pessoas trouxeram palavras bem escolhidas e inspiradoras para defender a ciclovia!
4 de Março
Encontro com a equipa
do Carlos Moedas
Fomos falar com Gabriela Seara, adjunta do Carlos Moedas, e João Castro, arquiteto e assessor do Presidente. Podem ler o resumo aqui.
23 de Março
Audição pública com o arquiteto João Castro
A ciclovia Almirante Reis fica no meio: as duas faixas dela passam para o lado descendente.
E agora?
A CICLOVIA FICA!
Façam agora mesmo um aplauso a si próprio:) Vamos testar o novo formato para ver qual deveria ser a versão final.
Subscreve as nossas notícias
Só enviaremos e-mails quando precisarmos da tua ajuda, seja para anunciar uma manifestação, uma recolha de assinaturas para uma petição ou as nossas notícias mais importantes.
Tens uma pergunta? Queres juntar-te?
quero@lisboapossivel.pt